tradutor


sábado, 6 de fevereiro de 2010

MEUS POEMAS ( momentos catárticos)

  • POESIA

 As vezes a poesia é tanta
 Não cabe em palavra alguma.
Fica presa dentro do peito,
Arrebentando o coração.
E o poeta explodindo,
Estufado de poesia
Não tem saída:
Sucumbe
                                                                  Marly Renault Adib Bittencourt

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Nhanduti

Nhanduti
Arte da renda

A origem do nhanduti, diz a lenda, está ligada a uma inconsolável indígena cujo amado desapareceu no dia do casamento. Ao achá-lo morto na selva fechada, ela se abraçou ao seu corpo, velando-o toda a noite. Ao amanhecer, a luz do sol mostrou que o guerreiro morto estava coberto por um belo manto de teias tecido pelas aranhas. A noiva buscou fios e agulhas e, copiando o trabalho das aranhas, teceu para o amado uma deslumbrante mortalha, criando a primeira peça de nhanduti. A renda Nhanduti ou Tenerife é uma categoria de renda difundida nos países latino americanos pela dominação espanhola e que teria alcançado o Brasil especialmente através do Paraguai. Uma trama radial é montada pela rendeira sobre um bastidor onde o desenho final vai se definindo conforme a variação de pontos básicos executados sobre ela. É conhecida também por renda do sol porque os vários motivos são tecidos sobre a trama que parte de um centro, assemelhando-se a uma teia de aranha, que é o significado do seu nome paraguaio (na língua guarani), “ñanduti”. Um grupo de pessoas se reuniu durante 3 meses no APA – Espaço Cultural para somar experiências e o conhecimento de cada um, resgatar e não deixar morrer a arte da renda Nhanduti.

APA – ESPAÇO CULTURAL
http://http://www.nhandutideatibaia.com.br/

Essa foto foi uma experiência que fiz. Primeira tentativa. Na verdade inventei esses pontos. Pretendo aprender ainda.

Achei essa matéria sobre o nhanduti na internet, essa arte que hoje voltou a ser valorizada.
Eu me lembro de minha avó Olinda fazendo essa renda nhanduti. Que saudades! Engraçado, como cada renda, cada trabalho manual conta uma história. Quando criança eu via minha avó às voltas com rendas e crochês. Foi uma época muito difícil pra quem gostava das artes manuais.Se não conhecesse alguém para ensinar tinha que tentar sozinha, porque televisão não se falava em artes manuais. Alguma matéria saia em jornais e revistas, mas não com essas fotos do passo a passo de hoje. Vídeo aula, que sonho! Hoje vejo que ela foi uma heroina. Tinha um caderno grande que ia colando com todo capricho os recortes que saiam em jornais e revistas e os pequeninos modelinhos de crochê e rendas, que ela colava ali também, com a explicação embaixo.
Foi assim que aprendi a amar o nhanduti, essa renda maravilhosa! E há pouco tempo numa viagem ao Paraguai voltei a ter contato com essa renda. Lá você encontra maravilhas. É o cartão postal do Paragui.








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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo

O Ano já se foi e com ele tudo o que conseguimos realizar e o que ficou inacabado. Todo final de ano a gente tem uma sensação de que ficou faltando coisas pra fazer ou resolver. Mas o novo ano vai começar e podemos renovar nossos sonhos e esperanças. Deixar pra trás o que não foi bom. Esquecer, deletar. Ainda bem que temos esse dom do esquecimento. Mas não podemos esquecer tudo não. Não podemos esquecer esse problema que atinge nosso planeta, nossa vida e dos nossos filhos. Estamos nas mãos da revolta da natureza. Depois de tudo que fizemos a natureza chora e pede socorro. E nós fingimos que não estamos vendo. Desligamos a televisão pra não ver as enchentes, os furacões, as secas, as forças que vêm do alto. Fim do mundo? Fim dos tempos? Talvez. Estamos pouco preocupados com tudo isso enquanto não nos atinge diretamente. O homem levou séculos pra conseguir o progresso: asfaltar as ruas, usar máquinas e mais máquinas pra tudo, ter cada dia mais, pouco se incomodando com os rios, os mares, a poluição... e ainda hoje se recusa a olhar ao seu redor e ver que estamos afundando no próprio buraco que cavamos. Não podemos mais fechar os olhos para tudo isso. Temos que cuidar da  nossa mãe terra, antes que seja tarde demais
Que em 2010 as notícias sejam mais animadoras. Estou com a televisão ligada mostrando a retrospectiva de 2009. Só destruição, desgraças, violência, medo, epidemias. Que possamos lembrar de 2010 com saudades e não com tristeza como foi 2009. Que o BEM  possa vencer o mal que atinge o nosso século.
Feliz ano novo para todos

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

TRANSPORTADORES DE SONHOS

Somos todos transportadores de sonhos. Colocamos nossa bagagem nos ombros e levamos pra todo lado pedacinhos da nossa vida, da nossa história.
Se você prestar atenção nas nossas artes têm um poucode tudo: dos caminhos que passamos, das histórias que ouvimos e contamos, dos nossos encontros e desencontros, das nossas alegrias e tristezas.
Parte de nossas vidas estão bordadas ponto a ponto na arte de trançar os fios; arte de misturar as cores; arte de dar vida às pedras e cabaças; arte de juntar as contas.
Quando passar por nosso trabalho, por mais simples que seja, lembre-se de que com nossas mãos colorimos a vida e estamos expostos com a nossa arte de pintar, bordar, colorir na tentativa de transformar, renascer, criar um mundo mais belo.
Marly

( Feira de Natal de Poços de Caldas)

domingo, 29 de novembro de 2009

Mais Feira De Natal Poços de Caldas 2009





Foi umaaaa looooooucura. Fiquei muito cansada, mas valeu a pena. Conheci muita gente legal, revi meus amigos, ex-alunos e meus colegas queridos das escolas que trabalhei. Acabei contando história pras crianças que foram visitar a feira. Foi muito bom. Minhas pedras foram um sucesso. É muito bom a gente poder expor o nosso trabalho e ver o resultado do nosso esforço. Tinha muita coisa linda nessa feira. Tem gente fazendo maravilhas por aí. Meus netinhos fizeram pose para a foto no estande. Papai Noel  também estava por lá. Com certeza foi escolher os presentes para a criançada.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Feira De Natal Poços de Caldas 2009



Alguns dos meus trabalhos que vou colocar na feira de Natal. Quem tiver oportunidade de visitar a feira garanto que vai amar.
Minha arte na pedra




Arte na cabaça